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Maria Silva

Maria Silva | Creative Studio

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Hoje passo só para desabafar, talvez alguém desse Hoje passo só para desabafar, talvez alguém desse lado se identifique.

Ultimamente, a frase/pergunta que não me abandona é: “para quê?”

“Tudo isto, para quê?”
“Trabalhar tanto, para quê?”
“Querer crescer negócio, para quê?”

Para quê tanto esforço quando o mundo está a acabar em frente a nós. Guerras, aquecimento global, crescente custo de vida, menor saúde, decrescente empatia, …, e podíamos continuar com a enumeração.

Sinto que tudo o que se faz é sempre em vão: “para quê, se na realidade podemos morrer todos em poucos anos?” “para quê, se na verdade nada vai mudar?” “para quê, se quando efetivamente morrermos, fica tudo cá?”

Talvez eu sinta isto porque o meu equilíbrio entre trabalho e vida é muito pouco, e isso obviamente é minha responsabilidade. E talvez eu esteja só a ir pelo discurso mais fácil, pela problematização barata. Mas, cada vez mais me questiono: vale mesmo a pena tentar mais, querer mais? E se sim, quão mais? 

Mas, talvez até só seja uma crise existencial dos 20’s 🙃
Na escola, nós não decorávamos a matéria porque a Na escola, nós não decorávamos a matéria porque a víamos uma vez. Decorávamos porque a líamos, relíamos e voltávamos a estudá-la vezes sem conta (nem que fosse contrariados 🥲).

Mas a verdade é que com a tua marca acontece exatamente o mesmo. A tua audiência não se lembra de ti por um post isolado. Lembra-se porque te reconhece por aquilo que usas repetidamente - pelas cores, pelos tipos de letra, pelo estilo de fotografia, pelo estilo do teu design.

Importante: é a repetição que cria memória e é a memória que cria identificação. 🔁

Então, se sentes que estás sempre a mudar tudo, talvez o problema não seja falta de criatividade mas sim falta de alinhamento. Porque quando a tua identidade visual está realmente ligada à tua marca, deixas de sentir vontade de a trocar todos os meses.

E faz-te ficar também na cabeça de quem te vê. 💛
Há uma pergunta que me fazem muitas vezes: “Qual é Há uma pergunta que me fazem muitas vezes:
“Qual é melhor: o IdGram ou a Identidade Visual Completa?”

E a verdade é que não é uma questão de qual é melhor.
É uma questão de “em que fase estás?”

Se estás num momento em que:
– queres começar a aparecer com mais intenção
– sentes que sabes o que comunicar, mas não sabes como
– ainda é o início da tua marca
o IdGram pode ser exatamente o que precisas.

Mas se estás numa fase em que:
– queres estruturar a tua marca de forma mais sólida
– pensas no crescimento a longo prazo
– precisas de consistência em todos os pontos de contacto
então a Identidade Visual Completa começa a fazer mais sentido.

Nenhum é um passo “acima” do outro. São apenas respostas diferentes para momentos e necessidades diferentes.

E perceber faz com que deixe de ser sobre “o que devia fazer” e passa a ser sobre o que faz sentido para ti agora.

Se quiseres, conta-me: em que momento sentes que estás neste momento? 👀💛
Acabo a semana dar-vos uma notícia melhor do que a Acabo a semana dar-vos uma notícia melhor do que a anterior: somos agora uma marca registada 💛
Depois de penar com os tempos de espera 🥲

Obrigada fiéis e obrigada equipa 🔆
Há uma coisa que acredito profundamente: quando al Há uma coisa que acredito profundamente: quando alguém começa um projeto de identidade visual, não devia sentir confusão.

Até porque criar uma marca já exige vulnerabilidade suficiente.
É falar de ideias, de sonhos, de algo que ainda está em construção. E por isso, saber o que vai acontecer a seguir faz diferença.

Este post nasce daí: da vontade de abrir o processo, mostrar os bastidores e explicar, passo a passo, como trabalhamos deste lado. Sem mistérios nem complicações desnecessárias. Mas, pelo contrário, com estrutura, intenção e comunicação clara.

Para mim, um processo bem guiado não é um detalhe. É o que permite que o design aconteça com confiança, calma e alinhamento entre nós.

No fim do dia, uma identidade visual não se cria só com criatividade. Cria-se com conversa, muuuuita conversa 🤌
Há uma fase no negócio em que começamos a sentir u Há uma fase no negócio em que começamos a sentir um desconforto estranho. Não é falta de talento, nem falta de entrega, nem falta de clientes. É um desalinhamento.

Tu já cresceste - já pensas, cobras e queres ser vista de forma diferente.
Mas a tua imagem continua parada numa versão antiga de ti, e isso cria ruído.

A identidade visual não salva negócios porque nenhum elemento visual faz o trabalho estratégico por ti. Mas ela faz uma coisa muito importante: alinha a percepção com a tua evolução.

Quando isso acontece as pessoas entendem-te mais rápido, a decisão de compra pode encurtar e o teu posicionamento deixa de ser (só) explicado e passa a ser sentido.

E isso, fiel, vira o jogo. Não é sobre ter “uma coisa bonita”. É sobre seres reconhecida pela mulher e profissional que já és hoje, não pela que foste quando começaste.

E assim me despeço, mas gostava de te deixar a pensar: sentes que a tua marca está à tua altura? 🤭